| Clarissa Corrêa. |
quinta-feira, 28 de junho de 2012
“Mas eu quero o bem de quem eu gosto, disso não abro mão. Sou capaz de esquecer do que quero para os outros ficarem bem. Os outros, os meus. Entende? Sou possessiva, sim. Quem eu amo é meu e fica guardado aqui num cantinho todo enfeitado. Tiro o pó todo dia, coloco um vasinho de flor, as coisas precisam ter alguma beleza, você não acha? E aqui dentro cabe todo mundo que faz parte dessa minha vida que, sim, é boa. É claro que nem todos os dias são bons, mas não esqueça que sou otimista, sempre acredito que a coisa vai melhorar, que alguma notícia boa vai chegar e quer saber? Ela chega. Uma hora ela chega.”
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